Sexta-feira, Julho 31, 2009

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Eu não tenho o hábito de assistir vídeos dos artistas que eu gosto, já falei isso aqui no blog. Eu só costumo assistir vídeos do DBSK e mesmo assim deixo de ver muitas coisas porque não tenho muita paciência. Mas decidi fazer isso com o Rain. Acho que senti necessidade de ver coisas sobre ele porque estou assistindo Full House (e ele está incrivelmente adorável nesse drama) e quando algum artista que eu gosto aparece muito na minha vida eu fico meio que completamente encantada por ele. Semana passada eu estava assim com o Robert Downey Jr., mas foi começar a ver Full House pro Rain tomar todo o espaço mais uma vez.

Se eu já o admirava profissionalmente, depois das entrevistas que vi posso dizer que o admiro por tudo que ele é. Não tem como aquela pessoa que vi ser arrogante de jeito nenhum! Depois de tudo que ele passou na vida e de todo o esforço e dedicação que ele sempre coloca em tudo que faz, ele tem o direito de se orgulhar das conquistas que alcançou e eu acho que ele faz isso da maneira mais sincera. Não tenho palavras para descrever o quanto a pessoa dele me conquistou e ganhou meu respeito, só sei que nesse momento tudo que eu sinto é um carinho enorme e sem fim por ele. Jung JiHoon (L).



Sexta-feira, Julho 24, 2009

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Um dos meus vícios mais recentes é True Blood. Comecei a acompanhar a partir do terceiro episódio pela HBO e logo me apaixonei pela série. É fato que as produções da HBO sempre são boas e essa não é diferente. Foi criada pelo Alan Ball, o mesmo de Six Feet Under (que eu não assisti), e é baseada na série de livros Southern Vampires ou Sookie Stackhouse Series, da Charlaine Harris. Fala sobre um mundo no qual vampiros e humanos coexistem graças à uma invenção dos japoneses, uma bebida chamada True Blood, que substitui o sangue humano para matar a fome dos vampiros. A história se passa em uma cidade chamada Bon Temps, onde mora Sookie, uma garçonete telepata, e um dia o vampiro Bill Compton aparece no bar onde ela trabalha e a partir daí os dois se conhecem e se apaixonam. Soa clichê, e às vezes é mesmo, mas True Blood faz a diferença com seu humor sempre presente, romance e mistério na medida certa, cenas chocantes de violência (meio trash, adoro!) e personagens marcantes. Cada temporada é baseada em um livro da série (por enquanto existem nove livros lançados), mas o roteiro contém bastante mudanças. A mais óbvia é o fato da Tara, uma das personagens principais do seriado, não existir no livro (pelo menos não no primeiro).
Eu não consigo não gostar das personagens, nem mesmo da Sookie, que é a mocinha! Mas eu gosto especialmente das que me fazem rir, como o Bill, que me diverte tentando parecer humano e sendo educadinho demais; o Eric, que foi responsável por um dos momentos mais engraçados da série toda até agora (e é um destaque à parte com sua beleza, ele é a coisa mais sexy do mundo falando em sueco. Alexander Skarsgard <3); o Jason com sua burrice que me faz rir horrores; o Lafayette, embora ele esteja meio apagado na segunda temporada, sério demais pro meu gosto; a Jéssica, que é muito fofa e de longe já é minha personagem feminina favorita, e a Pam, que infelizmente não tem muito destaque mas me diverte sempre que aparece.
Eu li o primeiro livro da série, Morto até o anoitecer (Dead until Dark), e o humor do seriado está ali realmente. Mas eu acho que as pessoas gostariam mais do Bill se o colocassem com mais momentos engraçados como no livro, onde se explora bastante o fato dele querer ter uma vida normal como a de humano, e isso rende momentos descontraídos e o deixa muito mais fofo <3 Sinto que na série eles o colocam muito sério, o que não deixa de ser apaixonante, porque o Bill é mesmo todo educado e à moda antiga. Não lembro do Eric aparecer tanto no livro como aparece na primeira temporada do seriado, o que é uma pena porque ele é indispensável. Outra diferença é que alguns fatos do livro só vi acontecerem na segunda temporada, enquanto outros fatos da série não apareceram no livro. Pode ser que estejam mudando um pouco a ordem dos acontecimentos na série pra não ficar idêntico aos livros. O segundo livro da série, Vampiros em Dallas, vai se lançado no final do mês já, e espero que com a popularidade da série traduzam logo os outros. Mas quem não gosta de esperar pode baixar os livros na internet.
Á série se encontra em sua segunda temporada e o último capítulo foi o 2x05. Quem quiser acompanhar é só ir na TRUE BLOOD - BRASIL, no Orkut, que lá tem um tópico de download para cada episódio com muitas opções de links (e eles começam a aparecer logo depois do seriado ser exibido lá fora). E nos tópicos de vigília você sempre encontra os vídeos promo do próximo episódio.

Seguindo meu vício em True Blood, gostei tanto do Stephen Moyer como Bill que fui procurar mais coisas sobre ele e acabei descobrindo que ele fez o seriado NY-LON, que passou aqui no Brasil no GNT ou no Multishow, não lembro. Agora me arrependo muito de não ter assistido quando passou, mas na época eu até zuava porque achava que era um seriado falido hahaha Na verdade, ele é um seriado falido porque só teve sete episódios e foi cancelado. Mas nem de longe é ruim, seriados ingleses são interessantes mesmo, seguem uma dinâmica diferente e o senso de humor deles geralmente é mais afiado que o americano. Não sei mesmo o que dá na cabeça dessas redes de TV pra cancelarem séries boas. Enfim, resolvi baixar e assisti só até o terceiro episódio, porque meu computador resolveu não me deixar mais baixar pelo Megaupload e estragou minha felicidade.
O seriado gira em torno do romance entre Michael, que vive em Londres, e Edie, que vive em New York, e mostra como é difícil manter um relacionamento à distância. Vale tão a pena ver o Stephen Moyer com sotaque britânico (sim, ele é inglês!).

Post passado esqueci de um detalhe importantíssimo sobre Trovão Tropical. Além do elenco principal ser impecável, o filme conta com várias participações especiais como Nick Nolte, Tom Cruise e Matthew McConaughey (procurei no Google o nome dele, nunca soube escrever hahaha). Eu adoro esses detalhes em filmes!



Terça-feira, Julho 21, 2009

Computador finalmente formatado! É tão bom ver o PC vazio e organizado! Tô colocando tudo aos poucos nele pra não virar bagunça de novo. Photoshop já está instalado e já posso começar a fazer o novo layout pro blog. Então dessa vez é certo, em breve o blog ficará de cara nova <3
Mas até lá vamos continuar com os posts que estão na fila, o que significa vários parágrafos falando de assuntos completamente diferentes hahaha Eu realmente odeio pensar que meus posts não fazem sentido, eu sempre misturo tudo.

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Como é coisa que estava na lista desatualizada, faz um bom tempo que assisti Trovão Tropical (Tropic Thunder, 2008). É um filme dirigido e escrito pelo Ben Stiller, o que me deixou bastante curiosa pra ver. E ainda conta com o Robert Downey Jr. no elenco, e eu amo esse homem em comédias, ele tem o timing perfeito! O filme conta a história de cinco atores que estão gravando um filme sobre a guerra do Vietnã, vão para o meio da selva por causa das filmagens, mas acabam sendo atacados por um grupo de traficantes de drogas. Eles não sabem que é tudo real e ficam achando que é parte do filme, o que proporciona situações muito engraçadas. O filme é muito engraçado e sem sentido, cheio de humor negro. Juntar Ben Stiller, Jack Black e Robert Downey Jr. em uma comédia só poderia resultar em algo brilhante. E os outros dois atores que também fazem parte do grupo de soldados estão ótimos. Mesmo ao lado de estrelas, Jay Baruchel e Brandon T. Jackson conseguiram chamar a atenção para suas personagens e fizeram um ótimo trabalho, os dois estão impagáveis! Esse filme é o melhor tipo de comédia, e ainda conta com um elenco que mantém uma química incrível! Vale lembrar que o Robert Downey Jr. foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo seu papel nesse filme.

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E também já faz um tempo, saíram vídeos do trailer do filme Heaven's Postman, onde o Jaejoong atuou. Haviam anunciado o filme para abril ou maio, mas até agora só esses vídeos apareceram, e neles colocaram a tão esperada cena de beijo entre ele e a atriz. É um beijo bem típico de drama oriental, nada demais, mas confesso que fiquei com ciúmes T_T hahahaha Anyway, com esse trailer deu pra entender melhor do que se trata a história, embora eu ainda esteja um pouco confusa. Sem dúvidas vai ser um filme lindo e bem triste, então eu já estou preparando meu coração. É a primeira vez em que o Jaejoong atua sério em uma produção não ligada ao TVXQ, e eu espero que ele tenha melhorado desde os tempos dos banjun dramas. Mas eu também não espero uma atuação digna de Oscar, só quero ver o Jae fazendo algo diferente do trabalho que faz no TVXQ e fico feliz por ele ter tido essa oportunidade.
Andei lendo sobre esse projeto e, sendo uma parceria entre Japão e Coréia do Sul, na Coréia ele passará na TV, enquanto no Japão passará nos cinemas. Heaven's Postman será o primeiro episódio da série. Cada episódio terá 120 minutos, será dividido em duas partes e cada episódio será uma história diferente. No episódio 7, T.O.P e SeungRi participarão.



Sexta-feira, Julho 10, 2009

Meu pc tá vazio de novo (acho que dessa vez a formatação acontece), então não posso criar meu layout novo ainda. Enquanto não posso deixar o blog de cara nova, vai mais um post da série "posts que deveriam ter sido feitos há séculos atrás". A lista tá grandinha, gente D:

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Ponyo no penhasco à beira do mar (Gake no Ue no Ponyo, 2008) - Mais uma animação linda de Hayao Miyazaki. A história fala sobre uma princesa peixe chamada Ponyo, que fica presa em um pote de vidro e é salva por um menino chamado Sosuke, e então ela decide se tornar humana para viver ao lado dele. A história é bem inocente e simples, não tem aquela complexidade encontrada em outras animações de Hayao como A Viagem de Chihiro, e conquista justamente por isso. Eu li que ele quis voltar a fazer algo mais infantil para o seu último trabalho. Como não é a primeira vez que vejo ele dizer que vai se aposentar, prefiro acreditar que é mentira e que daqui a pouco ele aparece com alguma outra animação fascinante. Também li que a história tem influência do conto original de A Pequena Sereia, que eu nunca li mas já ouvi sobre, e realmente há algumas similaridades. Pra completar, a trilha sonora é mais uma vez do meu compositor preferido Joe Hisaishi. Destaque pra música de abertura Umi no okaasan, cantada pela Masako Hayashi, e pra fofa Gake no ue no Ponyo, que é bem childish e gostosa de ficar cantarolando por aí. E é claro, não poderia deixar de falar da Ponyo, que é a coisa mais fofa que eu já vi. É impossível não se apaixonar por ela, ela é incrivelmente fofa como aquele peixe vermelho meio jeleca alike e até mesmo como humana. Quero uma Ponyo pra mim! Ela consegue te distrair durante todo o filme com o jeitinho dela, she's just too cute for words!

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O Arco (Hwal, 2005) - Eu sempre tive vontade de assistir a um filme do Kim Ki Duk porque ouvi muitos elogios sobre Casa Vazia. Uma vez comecei a assistir Time e estava adorando, mas como era de madrugada acabei dormindo e nunca mais passou na tv (e eu tenho preguiça de baixar). Então o Telecine Cult anunciou O Arco e depois de duas tentativas frustradas de ficar acordada pra ver o filme, finalmente consegui assisti-lo. E confesso que me decepcionei um pouco. Não tem nada de ruim no filme, ele apenas não me conquistou como o pequeno trecho de Time que eu assisti. O filme conta a história de um homem de 60 anos que vive em barco com uma garota de 16 anos que ele sequestrou quando ela era ainda bebê, e fica contando os dias para o casamento deles, que acontecerá quando a menina fizer 17 anos. Nesse meio tempo, ele costuma receber pescadores no barco, que sempre tentam algo pra cima da jovem que não conhece nada do mundo. Um dia um estudante acaba indo lá e despertando o interesse da jovem, e isso muda a vida das personagens.

Tava escrevendo o resto, mas meu pai quis formatar o pc agora, então paro por aqui
;**



Quarta-feira, Julho 08, 2009

Eu fiquei em dúvida se assistiria ou não o tributo ao Michael Jackson, mas fiquei com medo de me arrepender e resolvi encarar. Antes mesmo da cerimônia começar eu já estava em lágrimas. Quem me conhece sabe que eu não gosto de chorar na frente dos outros nem da família (odeio sentimentalismo com família, me sinto incomodada com esse tipo de coisa), mas foi inevitável, acho que chorei por uma vida inteira. As palavras e a tristeza da pequena Paris acabaram comigo. Que filhos lindos ele tem!

“I just wanted to say, ever since I was born, Daddy has been the best father you could ever imagine. And I just wanted to say, I love him so much.”

Não sei se as pessoas conseguem entender o que é um amor de fã e o significado de um ídolo na vida de uma pessoa para sair julgando os fãs que estão sofrendo, só sei que eu nunca fiquei tão triste em toda a minha vida, independente do que possam pensar. Eu andei nervosa a semana inteira esperando que esse funeral passasse logo para que o Michael finalmente pudesse descansar em paz, e agora acabou. Dissemos nosso adeus ao Rei do Pop, e junto com esse adeus se vai a tristeza e ficam suas músicas e sua dança, seu talento incontestável. Pelo menos é assim que eu quero que seja. Não quero mais ficar triste, quero ouvir as músicas dele e ficar com vontade de levantar e sair dançando, porque as músicas do Michael sempre tiveram esse poder. Quero que elas voltem a significar algo positivo e não que tragam lembranças tristes.

Para terminar, deixo aqui o trecho de "O Pequeno Príncipe" que a Brooke Shields recitou no tributo, acho que descreve bem o que o Michael era. E desejo que Prince, Paris e Blanket fiquem bem e vivam uma vida maravilhosa, assim como o melhor pai que você pode imaginar gostaria que fosse.

"What moves me so deeply about this sleeping prince is his loyalty to a flower - the image of a rose shining within him like the flame within a lamp, even when he's asleep. And I realized he was even more fragile than I had thought. Lamps must be protected. A gust of wind can blow them out."



Imagem: iTVXQ
Layout feito pela Tani.